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Muitas bandeiras

Como saber onde está a bandeira do bom-combate, quando cada bandeira que vemos foi separada de suas origens só para atender pequenas tribos que não conseguiam viver sobre a mesma tenda de uma única nação?

Quando uma nação se torna tribos, vemos uma sociedade desfacelada e fraca diante do ataque do real inmigo, vemos "crentes" em batalhas épicas pelo nada, ou pelo que nem se conhece só porque os "amiguinhos" se alistaram e agora lutam a guerra de um general que nem conhecem.

Generais de muitas nações, tribos que se isolaram e agora tem bandeira própria, hinos e exércitos; quando - se todos somos iguais e irmãos, como pode haver tanta separação?

Um inimigo sorrateiro e estratégico usa a principal arma para desarmar qualquer nação - a intolerêancia. Esse canhão é sempre apontado e disparado para os pilares mais fracos de uma sociedade que ainda está tentado entender quem ela é na realidade, já que tantos generais descaracterizam um único povo, mostrando somente o lado bom de suas medalhas e lado sombrio de outras bandeiras.

Assim caminha a ignorância entre os exércitos com o gatilho da intolerância pronto para dizimar a identidade de um povo sob a promessa de um paraíso que só as drogas podem levar uma pessoa - pois o mundo ideal só existe nos sonhos, histórias de crianças e na paz e amor do tempo entorpecido pelo seu vício.

Vale refletir sobre onde deve estar agora o Guerreiro, se realmente deve servir algum desses senhores ou se é o momento de "estar" ronin e aguardar que um integro Daimiô erga-se para que o desembanhar da sua espada seja pelo bem maior e não pelo bem de interesses de momento e conveniência de modas ou ideologias baratas.

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